Não mudei em meu vicio, continuei o mesmo, com a mesma vida, com os mesmos amigos e os mesmos amores. Continuei dormindo, lendo estrelas e nuvens em gramas verdes.
Em meu desmaio não deixei de ser quem era, continuei amando e querendo o amor vindo de onde fosse e de quem fosse.
Em meu infindavel porre, bebi e mais bêbado fiquei, sem esquecer quem sou. Não sou feliz agora, minha infância foi feliz, depois dela nunca mais, só raros momentos de embreaguês.
Em minha limpa lucidez a qual não veja há muito tempo, cansei de esperar e deixo aqui a qualquer pessoal, a quem queira, a quem quer que seja, a quem suportar, deixo a dificil tarefa de construir comigo um mundo maravilhoso par vivermos.
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